Entrevistas - Thais Iervolino e Vanessa Nicolav - Educação&Participação

“A gente vai criar uma gestão democrática quando os alunos, os pais e os educadores falarem”, diz secretário municipal de Educação de São Paulo

“A educação ainda é um ambiente conservador e, de certa forma, um pouco autoritário, seja na relação do professor com o aluno, seja na relação da secretaria com as escolas – e a gente tem que quebrar isso. O ponto é: a gente vai ter uma gestão efetivamente democrática quando os alunos, os pais e os educadores falarem, quando a gente construir um processo no qual a escola e a gestão estiverem abertas para a escuta”. Assim afirma Alexandre Schneider, secretário municipal de Educação de São Paulo, ao ser questionado sobre a o desafio de implementar a gestão democrática na educação.

Essa foi uma das questões presentes na entrevista exclusiva que o secretário deu à plataforma Educação&Participação nesta quinta-feira (22). Nela, Schneider falou sobre a importância da educação integral para as políticas da cidade de São Paulo, citando questões sobre a importância do território na efetivação dessa política e sua opinião sobre o que defende o movimento Escola sem Partido.

Assista a entrevista na íntegra:

 

Debate Virtual

A entrevista aconteceu pouco antes de o secretário participar do Debate Virtual: Escola e Educação Integral, no qual, junto com outros especialistas, buscou refletir sobre os desafios do sistema de ensino e das escolas para implementar uma política de educação integral. Para assistir a íntegra do debate, clique aqui.

Sem partido e sem educação?

Leia a reportagem que apresenta os projetos de lei promovidos pelo movimento Escola sem Partido, que questionam a formação cidadã na sala de aula. Clique aqui.

 

TagsAlexandre Schneider, educação integral, escola, escola sem partido, gestão, gestão democrática, política de educação integral, política pública, território

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