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Você sabia? Conheça cinco curiosidades do Prêmio Itaú-Unicef

Criado em 1995, em um contexto de mudanças sociais na perspectiva da garantia de direitos, o Prêmio Itaú-Unicef realiza neste ano sua 12ª edição. Entre outras conquistas, a iniciativa foi uma das pioneiras ao promover a educação integral pelo país, identificando, reconhecendo e estimulando organizações da sociedade civil (OSCs) e escolas públicas no desenvolvimento de projetos socioeducativos que contribuam para o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens em condições de vulnerabilidade socioeconômica.

Confira cinco curiosidades do Prêmio Itaú-Unicef:

Da 1ª edição até hoje, 18.432 projetos passaram pelo Prêmio Itaú-Unicef. Esses projetos, de acordo com o Prêmio, são concebidos, planejados e executados por organizações da sociedade civil e escolas públicas e destinados a crianças, adolescentes e/ou jovens entre 6 e 18 anos em condições de vulnerabilidade social.


Nesta 12ª edição, o Prêmio percorrerá mais de 23.000 km entre as viagens para formação dos avaliadores, seleção dos projetos, visitas técnicas e encontros de celebração. Essa distância equivale a atravessar mais de cinco vezes o caminho que vai do extremo norte do Brasil – no Monte Carburaí, em Roraima – ao extremo sul do país – no Arroio do Chuí, no Rio Grande do Sul.


Desde seu nascimento, em 1995, até agora, 1.519 avaliadores passaram pelo Prêmio Itaú-Unicef. Esses profissionais participam de diversas formações para desenvolver a avaliação das ações inscritas no Prêmio, desenvolvidas em parceria entre escolas públicas e OSCs.


Para participar das ações do Prêmio Itaú-Unicef que aconteceram na capital paulista, uma avaliadora da regional Belém (PA) do Prêmio Itaú-Unicef precisou pegar uma voadora – tipo de barco comum da região amazônica que serve como transporte de pessoas e mercadorias –, além de ônibus e avião.


 

O nosso atual mestre de cerimônias, Bira Azevedo, era criança quando conheceu o Prêmio Itaú-Unicef. Em 2007, ele participava das oficinas de teatro da Casa do Sol Padre Luís Lintner, em Salvador (BA), e depois assumiu a coordenação do programa de arte-educação da organização. “Concorremos como finalista regional naquele ano e não fomos contemplados, mas, em 2009, fomos selecionados como vencedor nacional na categoria médio porte”, explica ele.

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