Reportagens - João Marinho e Vanessa Nicolav - Educação&Participação

Jogo completo: o esporte na educação integral

rio2016Olympic-rings-greeceCom a participação de mais de 10,2 mil* atletas de 42 modalidades, a Olimpíada do Rio de Janeiro começa em oito dias. O evento esportivo, que reúne 205 países, 12 a mais que as Nações Unidas (ONU), retoma o espírito de paz entre os Estados, uma marca desde 776 a.C., data com os primeiros registros dos Jogos, na Grécia Antiga. A trégua era tão sagrada que interrompeu temporariamente a Guerra do Peloponeso (431-404 a.C.), entre Atenas e Esparta.

Entretanto, não é apenas a paz que pode ser evocada ao se falar de espírito olímpico e, por extensão, do esporte. “O esporte ensina valores como respeito às regras, cooperação, solidariedade ou disciplina e desenvolve habilidades como autonomia, autoconfiança, persistência ou autoestima – tudo transferível para outras áreas da vida,  seja no futuro ambiente de trabalho ou no campo das relações humanas. Além do mais, a prática esportiva é franca promotora da inclusão, da igualdade de gênero e da convivência democrática”, diz Mônica Zagallo, coordenadora da área de Disseminação da Fundação Gol de Letra.

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É nesse sentido que o esporte se alinha à perspectiva da educação integral, na medida em que esta busca garantir o pleno desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens em diferentes dimensões – afetiva, cognitiva, estética, política, ética e física, em uma proposta multidimensional e integrada.

 

Esporte e desenvolvimento integral

A importância do esporte é reconhecida pelo programa Mais Educação, principal indutor de educação integral no país, que engloba Esporte e Lazer em um dos seus macrocampos. Judô, xadrez, ginástica rítmica, atletismo, basquete, futebol, natação, tênis de mesa, vôlei, caratê, luta olímpica, taekwondo, ciclismo e handebol estão entre as modalidades elencadas pelo Mais Educação com potencialidades para esse desenvolvimento integral.

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Segundo Laércio Elias Pereira, doutor em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e fundador do Centro Esportivo Virtual (CEV), aspectos defendidos pela educação integral, como a ampliação e a qualificação de tempos e espaços e as parcerias entre escolas e outros atores, são fundamentais: “Para o esporte – e a Educação Física –, a ampliação do tempo é crucial, assim como são fundamentais as parcerias: com elas, não apenas se dá um passo em direção à comunidade, como também são contornados desafios na infraestrutura das escolas, como a falta de espaço adequado para a prática esportiva”.

Nesse sentido, a plataforma Educação&Participação elenca quatro propostas que trabalham o esporte na perspectiva da educação integral e que têm fortalecido parcerias, reduzido vulnerabilidades sociais e impactado de forma positiva a vida e a aprendizagem de crianças, adolescentes e jovens, constituindo-se em inspirações para outras iniciativas.


O lugar da Educação Física na educação integral

“Escolhi vir para a vida como professor”, diz Laércio Elias Pereira, que, além de treinador e preparador físico, tem um longo histórico como professor de Educação Física na rede de ensino, inclusive em uma experiência histórica que aliou esporte, atividade física e fundamentos da educação integral em São Paulo: os Ginásios Vocacionais, extintos pela ditadura militar.

Para ele, é fundamental investir mais na formação do professor de Educação Física e que ele participe ativamente das discussões curriculares no debate sobre a educação integral. “Infelizmente, na universidade, tem-se privilegiado apenas os aspectos teóricos, como Biologia, Traumatologia ou Biomecânica. Já na escola, há o problema do local das aulas: não tem espaço adequado, vão ser feitas no contraturno, vão fazer barulho etc. Isso foi distanciando o professor de Educação Física das atividades da escola, especialmente naquelas que não são de tempo integral. Nesse sentido, a parceria com outras instituições é estratégica, mas é preciso ter em mente que o local é um suporte: é preciso também garantir que não se afaste o professor de Educação Física. Ele precisa participar dos conselhos de classe, do planejamento e da proposta de educação integral”.


“A participação nos esportes potencializa o desenvolvimento pessoal e social”

img3Falta de motivação pelos estudos, conflitos familiares, ausência de perspectiva de emprego, altos índices de violência e uso de drogas eram os elementos que, em 2007, compunham o cotidiano e a vida escolar da maioria dos estudantes da Escola Municipal José Brunetti Gugelmin, em Pinhais (PR).

Hoje, após uma experiência que buscou integrar práticas de diferentes modalidades esportivas associadas a aulas de reforço, a comunidade escolar conquistou maior integração das famílias, transformou seus níveis de aprendizagem e diminuiu os índices de evasão. O sucesso foi resultado da parceria entre a escola e uma organização da sociedade civil (OSC): o Projeto Atleta Bom de Nota. A parceria foi vencedora da Regional Curitiba, categoria microporte, na 11ª edição do Prêmio Itaú-Unicef.

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Idealizado por Gil Brasil, ex-professor de Matemática, que dedicou a vida à educação de práticas esportivas a crianças dentro e fora das escolas, o projeto busca justamente explorar os benefícios da associação entre educação, família, escola e esportes. Crianças e adolescentes dedicam-se às atividades físicas e também recebem acompanhamento de reforço e atividades de lazer.

A iniciativa começou com poucos professores voluntários, atendendo não mais que 25 crianças. Hoje já são 5 escolas parceiras, 2 núcleos esportivos e 325 participantes. “Começamos o projeto porque víamos muitas crianças na rua, com poucas condições, indo para as drogas e o crime, e sabíamos que o esporte é um poderoso instrumento que colabora com a saúde, a disciplina e o relacionamento social”, afirma Gil Brasil, que é atualmente educador de futebol e também motiva seus alunos com sua participação voluntária em eventos esportivos internacionais. Gil já foi voluntário nos Jogos Pan-Americanos (2007), Copa do Mundo (2014) e participará da Olimpíada deste ano no Rio de Janeiro.

A parceria realizada entre o Atleta Bom de Nota e a escola envolve atividades de treinamento de futsal, jiu-jítsu, jogos, campeonatos e palestras – atividades que são de responsabilidade da organização; passeios, lanches e aulas de reforço desenvolvidos em conjunto pela organização e a escola; e acompanhamento de frequência e notas, e reuniões com pais e alunos, que são ações específicas da escola.

Gil Brasil, idealizador da iniciativa
Gil Brasil, idealizador da iniciativa

A metodologia de participação prevê a livre escolha dos alunos nas atividades de sua preferência: as crianças decidem aquelas das quais desejam participar, fazem uma aula experimental e recebem os horários e os dias das atividades. Depois de feita a inscrição, com autorizações do responsável, professora e pedagoga, a criança pode escolher uma atividade por dia, permanecendo em período integral na escola – em média, 12 horas semanais, com 5 atividades diferentes.

A oportunidade de trabalhar dentro das escolas, em articulação com o currículo e os gestores, veio demonstrar também, segundo Gil, o impacto que tais práticas podem ter no aproveitamento da aprendizagem, na convivência e na apropriação do espaço por parte dos alunos: “A participação das crianças e dos adolescentes nos esportes demonstrou potencializar o seu desenvolvimento pessoal e social, além de aumentar a capacidade de disciplina, concentração e de se adaptar a formas de competir e cooperar com outras pessoas. Eles têm também a oportunidade do convívio social, adquirindo hábitos saudáveis e uma relação de confiança e de crescimento como pessoa na sociedade. Aprendem que a escola é deles […] e são motivados a ter um futuro melhor”.

– Assista a uma reportagem sobre os impactos do projeto em Pinhais:

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“O caminho é encher as ruas com crianças, jovens e famílias por meio do esporte”

img6Além de meios para o desenvolvimento de capacidades físicas, motoras e psicológicas, o incentivo e a promoção de práticas esportivas podem ser também meios de transformação social em escala? Essa é aposta da iniciativa idealizada pelos ex-jogadores de futebol Raí e Leonardo, que, em 1998, criaram a Fundação Gol de Letra, que tem o objetivo de promover, por meio do esporte, da cultura e da formação para o trabalho, práticas de educação integral que proporcionem impactos nas realidades locais.

img7Com o Projeto Virando o Jogo, a Gol de Letra foi grande vencedora nacional da 10ª edição do Prêmio Itaú-Unicef, mas há outros projetos desenvolvidos pela OSC com centros esportivos e trabalhos com escolas públicas situadas em territórios com altos índices de vulnerabilidade.

Uma dessas regiões é o bairro de Vila Albertina, no distrito do Tremembé, zona norte de São Paulo. Lá, o programa Jogo Aberto oferece, na sede da fundação e em cinco escolas públicas, oficinas de futsal, vôlei, basquete, handebol, tchoukball, capoeira, ginástica e atletismo, além de formação de monitores e outras ações comunitárias. O conteúdo é multiplicado e disseminado não só pelo bairro, mas também entre familiares e amigos dos participantes e nas escolas.

img8As práticas de esporte estão associadas ao objetivo de desenvolvimento dos sujeitos em sua totalidade, além de promover aprendizagens que os levem ao pleno exercício da cidadania. “Na prática, utiliza-se o esporte para desenvolver nos participantes o apreço pela convivência democrática e pacífica, pela diversidade, pelo respeito ao outro e pela atitude colaborativa […]. Sem contar, é claro, que o esporte induz a um estilo de vida muito mais saudável, sustentável e digno”, diz Mônica Zagallo, coordenadora da área de Disseminação da Gol de Letra.

Atualmente, o maior desafio do Jogo Aberto é ampliar as propostas de esporte e lazer abertas à comunidade. “A instituição compreende a complexidade desse desafio e trabalha tanto pela promoção do esporte quanto pela ocupação de espaços públicos. Nosso objetivo é inverter o clichê segundo o qual é necessário ‘tirar nossas crianças da rua’. Ao contrário: entendemos que o caminho é encher as ruas e demais espaços públicos com crianças, jovens e famílias por meio de práticas esportivas e de lazer que possam ser vivenciadas por todos, sem restrições”.

– Saiba mais sobre o projeto na Vila Albertina:


“Não trabalhamos o esporte apenas na esfera do lazer ou rendimento: seu poder é muito maior”

img9Aos 11 anos de idade, Jorginho, ex-lateral direito da seleção brasileira tetracampeã de futebol, teve um sonho: construía onde morava uma “Disneylândia” para ajudar outras crianças a ter uma vida melhor em uma região marcada por vulnerabilidades sociais.

No ano 2000, ao retornar de uma temporada no exterior, o sonho se tornou realidade após o arremate de um terreno público onde se encontrava um campo de “pelada”. A “Disneylândia” se chamaria instituto Bola pra Frente.

Hoje, a organização atende até 600 crianças e adolescentes, com idades entre 6 e 17 anos, moradores do Complexo do Muquiço – região constituída por oito comunidades entre os bairros de Deodoro e Guadalupe, no Rio de Janeiro (RJ) –, divididos em seis ciclos e dentro de uma concepção de educação integral. “Não trabalhamos o esporte apenas na esfera do lazer ou do rendimento do atleta, porque acreditamos que o esporte – e mais do que ele, a atividade física – tem um poder muito maior. Assim, desenvolvemos uma metodologia que olha para nossos educandos sob uma perspectiva de desenvolvimento integral. Para nós, o foco é a educação: o esporte é um viés, uma ferramenta que cria um ambiente interessante e prazeroso de ensino-aprendizagem e impacta o rendimento escolar”, explica Victor Ladeira, diretor executivo da organização.

img10Futebol, vôlei, basquete, rúgbi, badminton e hóquei sobre grama são as modalidades oferecidas. A metodologia se inicia nos ciclos de 6 a 7 anos e de 8 a 9 anos de idade, nos quais, mais do que o desporto em si, com regras e pontuações, as crianças são introduzidas à atividade física com base em um conceito de diversão e brincadeira, trabalhando o desenvolvimento psicomotor, equilíbrio, lateralidade e concentração.

No terceiro ciclo, entre os 10 e 11 anos de idade, ocorre a iniciação dentro das habilidades que cada esporte trabalha, como estratégia, trabalho em equipe, força, arranque, tempo/espaço, distância etc. A prática desportiva se desenvolve então nos ciclos seguintes: todos passam por todas as modalidades e escolhem aquela com a qual se identificam.

Pautando o processo, há dois objetivos estabelecidos pela OSC: a alfabetização física, representada pela abordagem no desenvolvimento corporal e no atendimento nutricional; e o combate ao analfabetismo funcional. Nesse sentido, a organização tem parceria com 12 escolas públicas da região, com as quais mantém diálogo sobre os conteúdos do currículo.

No Bola pra Frente, o esporte é utilizado para contribuir na aprendizagem da leitura, escrita e Matemática básica, mas conteúdos de disciplinas como Geografia e História também são abordados. “Nós não trabalhamos com reforço escolar, mas todo o currículo colabora com o que a criança está aprendendo na escola. É possível trabalhar uma série de elementos que são desenvolvidos ali, mas com uma linguagem mais prazerosa, que envolve o esporte como pensar”, diz Victor. Os exemplos são muitos: contas envolvendo placares, reconhecimento de figuras geométricas bidimensionais e tridimensionais presentes no campo (retângulo, quadrado, círculo e a própria bola, esférica), notícias de atletas para abordar aspectos geográficos e político-históricos de diferentes países etc. O resultado é uma melhora na aprendizagem e a redução na evasão escolar.

O Bola pra Frente já atendeu 15 mil crianças, adolescentes e jovens em seus 16 anos de existência – e agora tem atuado como organização executora do Programa Jovens Urbanos na 2ª edição no Rio de Janeiro, além de receber a transferência da tecnologia do Programa por meio do Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (Cieds). “O Jovens Urbanos e o Cieds nos deram a oportunidade de incrementar o trabalho que fazemos com os jovens nos últimos ciclos, de 14 aos 15 anos; e 16 aos 17 anos. É um público que exige uma atenção maior, porque é quando o jovem começa a se perceber, criar sua identidade e seu senso de pertencimento e a se apropriar da cultura local e de outras culturas e realidades […]. Com o Jovens Urbanos, eles têm tido a oportunidade de manter contato com outras comunidades, reconhecer que o conceito de ‘favela’ é múltiplo e se apropriar da cidade”.

– Veja mais sobre o trabalho do Instituto Bola pra Frente:


“O esporte é um meio de trabalho educacional”

img11Com sede no Rio de Janeiro, onde atua como parceiro e multiplicador do Jovens Urbanos, o Cieds desenvolve também outros projetos em todo o território nacional. Um deles se realiza na zona norte de Osasco (SP), no bairro de Vila dos Remédios, onde, em parceria com a Secretaria de Esportes, Recreação e Lazer e a Prefeitura do município, a OSC replica o projeto Craque do Amanhã, que tem como base o futebol de campo.

“O Craque do Amanhã surgiu em 2012 em São Gonçalo (RJ) e, no mesmo ano, foi replicado na Comunidade do Escondidinho, na capital. Em setembro de 2015, passou a ser replicado em Osasco. É um projeto de esporte educacional: além da prática desportiva, que ocorre de segunda a quinta-feira no contraturno escolar, existem as atividades complementares às sextas-feiras – excursões, visitas monitoradas, passeios etc. –, que se constituem em atividades de apropriação do território e de ampliação de repertório cultural”, explica Beatriz Faia, gerente de projetos no município paulista.

img12O Craque do Amanhã é desenhado para crianças, adolescentes e jovens de 9 a 17 anos de idade. São 230 inscritos, dos quais 75% mantêm frequência ativa e 90% são alunos de escolas públicas. “Temos alguns que não estão estudando, por opção, trabalho etc. e eles permanecem para evitarmos a dupla exclusão”, explica Beatriz.

Há outro diferencial: a perspectiva da educação integral: “A proposta da educação integral é central, na medida em que buscamos o desenvolvimento pleno de competências […], além de fomentar a permanência interessada na rede formal de ensino”, conta a gerente de projetos.

img13Há preocupação em envolver as famílias – que são chamadas a participar e, a cada dois meses, são convidadas para o Café com Pais, quando se reúnem a crianças e adolescentes para atividades recreativas –, e o projeto se destaca também pelo estabelecimento de múltiplas parcerias.

Além da Prefeitura e da Secretaria de Esportes, que fornece transporte para todas as atividades externas, o projeto tem relações com o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) local, que encaminha crianças, adolescentes e jovens em situação de conflito com a família, ociosos ou envolvidos em práticas ilícitas; e com outra OSC, Associação Mantenedora de Mães Especiais (Amme), que atende pessoas com deficiência. “Por trabalhar com múltiplas deficiências, além de encaminhar crianças e adolescentes, a Amme também cede profissionais para acompanhá-los nos treinos, atividades esportivas e nas complementares”, relata Beatriz.

img14Resta apenas uma parceria mais estreita com as escolas, mas isso já está em andamento. “Desenvolvemos acompanhamento em termos de frequência e nota e encontros pedagógicos, quando os professores de Educação Física da nossa organização vão até as escolas e conversam sobre a evolução socioafetiva com os profissionais de lá, mas queremos algo maior: uma relação mais próxima com as escolas pensando em currículo. Há algumas barreiras a serem quebradas nesse sentido, mas já temos tido retornos positivos”, diz.

Enquanto isso, os treinos e as partidas são uma aula de inclusão. Turmas mistas, de meninos e meninas e de pessoas com e sem deficiência, revezam-se em partidas que adotam metodologias como o “futebol de três tempos”, estratégia que pactua regras e combinados no primeiro tempo, realiza a atividade no segundo e faz a avaliação do processo no terceiro, sempre com a participação e protagonismo de crianças e adolescentes.

Por conta disso, o Cieds foi escolhido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud Brasil) e pela Rede Esporte pela Mudança Social (Rems) para dar um curso de formação de multiplicadores de metodologias de esporte educacional, realizado no fim de julho. “A prática desportiva não é o que define o projeto. O esporte é uma ferramenta, um meio de trabalho educacional”, finaliza Beatriz.

– O Cieds foi destaque em reportagem da Fox Sports. Assista.

 

Prorrogação: mais sobre esporte e educação integral

> Em outras edições do Jovens Urbanos, o esporte e a atividade física estão presentes nas experimentações e nos Projetos Jovens, fase final do percurso formativo do Programa, como na 9ª edição em São Paulo. Veja também a galeria do Flickr com imagens da experimentação de surfe na 1ª edição em Serra (ES) e assista ao vídeo com a experimentação de slackline na 2ª edição.

> O esporte foi destaque de um curso no I Congresso de Educação Integral em Petrópolis (RJ), município assessorado pela Fundação Itaú Social e pelo Cenpec. Assista ao vídeo.

> Com 20 anos de existência, o Centro Esportivo Virtual é uma comunidade acadêmica na internet que promove a pesquisa em Educação Física, esportes e lazer – e tem discussões sobre educação integral. Acesse.

> O Banco de Oficinas da plataforma Educação&Participação traz uma série de sugestões práticas para trabalhar o esporte, lazer e brincadeira. Confira nas autorias “Esportes” e “Jogos e Brincadeiras”.

 

* dados atualizados até 28/7/2016.
Fotos: Cieds/Fundação Gol de Letra/Instituto Bola pra Frente/Projeto Atleta Bom de Nota/Bancos de imagens (copyleft).

Tagsdesenvolvimento, educação integral, escola, esporte, mais educação, olimpíada, OSC, parceria

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Total de 4 comentário(s)

  •    RAYFRAN  em 
         Educação&Participação respondeu em 
  •    Professor Gil BRASIL  em 
         Educação&Participação respondeu em 
  •    Perina Costa  em 
         Educação&Participação respondeu em 
  •    Laércio Elias Pereira  em