Entrevistas - Thais Iervolino - Políticas de Educação Integral

“Não há educação pública no Brasil se ela não for integral”, diz secretária municipal de Educação de Itabira (MG)

A legislação brasileira diz que a Educação tem como fim o desenvolvimento pleno do educando. O que esse “pleno” significa? Significa olhar para o sujeito em todas as suas dimensões: social, cultural, psíquica, biológica, cognitiva. Ou seja, é tudo aquilo que nos compõe como sujeitos. Por isso, de acordo com Luciane Maria Ribeiro da Cruz, secretária de Educação do município de Itabira (MG), não há educação brasileira pública contemporânea na forma da lei se ela não for integral.

Esse depoimento dá início a uma entrevista de pouco mais de 20 minutos que a plataforma Educação&Participação fez em outubro. Nela, a gestora diz não só como o município vê o conceito de educação integral, mas conta como foram os principais desafios para implementar uma política de educação integral e a importância do programa Mais Educação.

“O principal elemento que possibilitou a implantação da proposta de educação integral foi discutir e conversar com todos,  tornar a educação integral mais possível e compreendida pela rede, pelos professores, pais, alunos e outros profissionais da Educação.

Para ela, o Mais Educação é uma iniciativa fundamental para induzir a implementação de políticas de educação integral, mas foi preciso ter um investimento do município também. “O Mais Educação trabalha com um sistema de voluntariado. Testamos esse modelo em 2013 e avaliamos que era preciso contratar os profissionais para que houvesse uma maior articulação entre a escola e o programa Mais Educação. Por isso, em 2014, o município passou a assumir o contratação do monitor e, a partir de 2015, além da contratação, trabalhamos em uma forte ação de formação”, explica.

Assista a entrevista completa.

 

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