Por outras referências no diálogo arquitetura e educação

Escrito por Ana Beatriz Goulart de Faria, o artigo apresenta uma análise da ampliação das referências utilizadas na concepção da arquitetura em interface com a educação.

A autora, em seu texto, questiona a atual noção hegemônica que relaciona o espaço físico educacional estritamente à edificação escolar, concebida com base em um programa que tem a sala de aula convencional como seu protagonista.

Arquiteta urbanista, Ana Beatriz Goulart de Faria assessora o Ministério de Educação (MEC) em projetos de escolas sustentáveis, acessíveis e integrais.
Arquiteta urbanista, Ana Beatriz Goulart de Faria assessora o Ministério de Educação (MEC) em projetos de escolas sustentáveis, acessíveis e integrais.

“Não se trata, pois, do que os arquitetos podem ou não “fazer” pela Pedagogia:  belas escolas, espaços lúdicos, criativos, etc. O que proponho é que, a partir do pensar-fazer Arquitetura e do pensar-fazer Pedagogia, olhemos para a questão do projeto e implantação do lugar pedagógico,
do território educativo, em todas as dimensões possíveis. É um caminho de mão dupla, onde arquiteturas se educam nas pedagogias e as pedagogias se espacializam no projeto e nas suas arquiteturas”, diz Ana no texto.

 

 

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