Verão: época propícia para oficinas de educação integral

Com as altas temperaturas, crianças e adolescentes ficam mais dispostos a sair de casa no verão, o que pode ser uma oportunidade perfeita para propor oficinas de educação integral que envolvam esportes, brincadeiras e jogos ao ar livre.

Pensando nisso, Educação&Participação selecionou algumas oficinas ideais para essa época do ano. Confira cada uma delas e aproveite para relatar as que forem desenvolvidas com crianças e adolescentes de sua instituição no link “Eu fiz assim”. Participe e compartilhe sua experiência!

Espaço e movimento

Público-alvo: crianças a partir dos 9 anos e adolescentes.
As crianças do Projeto Córrego Bandeira, uma organização social do Mato Grosso do Sul, deram uma boa sugestão para que possam jogar futsal em dias de chuva – o que é muito comum no verão – quando há apenas uma quadra descoberta disponível: compartilhar o espaço, alternando entre diferentes equipes e adaptando as regras do jogo! A oficina é ideal para que crianças e adolescentes aprendam a respeitar o espaço do outro em locais com grande concentração de pessoas e percebam que a limitação do espaço interfere, mas não impede as possibilidades de movimento. Saiba mais.

Salve o companheiro

Público-alvo: crianças até 12 anos.
Em um espaço aberto, as crianças se dividem em duas equipes nessa brincadeira de pegar: uma de pegadores e outra de corredores. Enquanto a primeira se ocupa de “capturar” os corredores, estes têm a missão de “libertar” os companheiros capturados. É uma boa maneira de trabalhar a agilidade corporal, a coordenação e o trabalho em equipe.
Saiba mais.

Jogo dos quatro gols

Público-alvo: crianças e adolescentes.
Com essa oficina, crianças e adolescentes são levados a identificar formas de combater o sedentarismo no dia a dia. A proposta começa com uma análise sobre as atividades físicas desempenhadas regularmente pelos participantes e termina com um jogo de futebol em que há um gol em cada lado da quadra, com duração de 30 min. Duas equipes se enfrentam e defendem, cada uma, dois gols – e sem goleiros!

Pique-bola

Público-alvo: crianças e adolescentes.
Nesse jogo, que envolve atenção, coordenação e domínio do corpo e do espaço, duas equipes se enfrentam para retirar as bolas da zona neutra de um campo e trazê-las para si.

Jogo coordenado

Público-alvo: adolescentes e jovens.
Que tal convidar jovens e adolescentes a trabalhar a coordenação motora em um jogo de basquete adaptado? Nessa atividade são formadas quatro equipes. Elas jogam em duas miniquadras e possuem uma “cesta humana” cada uma, que deve tentar agarrar as bolas sem sair de um círculo delimitado na quadra.

Corrida de velocidade e obstáculos

Público-alvo: crianças, adolescentes e jovens.

O sol pode ser um bom convite para que crianças, adolescentes e jovens entrem em contato com o atletismo. Com jornais e revistas, giz, pedaços de madeira, caixas de papelão, cones e elástico, os participantes desenvolvem resistência corporal e espírito de equipe enquanto são apresentados a essas modalidades olímpicas.

 

Dança dos balões

Público-alvo: crianças e adolescentes até 12 anos.

A atenção, a coordenação corporal e a sintonia com os movimentos do outro são trabalhados nessa brincadeira que utiliza balões de ar e música. Os participantes são divididos em duplas e têm de exercitar o ritmo e a concentração dançando sem deixar os balões caírem no chão e sem soltar as mãos.

A flor de Saramago e o nosso jardim

Público-alvo: crianças e adolescentes a partir de 9 anos.

Num contexto de altas temperaturas e crise hídrica, promover uma reflexão sobre o meio ambiente e a sustentabilidade pode ser uma boa ideia. Nessa oficina, realizada principalmente em espaços abertos, os participantes discutem esses tópicos e têm contato com a jardinagem enquanto intervêm no ambiente de suas comunidades. 

Esconde lobisomem

Público-alvo: crianças até 12 anos.

Com a proposta de preservar a cultura brasileira, essa oficina propõe um pega-pega de lobisomem. As crianças são convidadas a confeccionar máscaras de lobisomem e se “transformam” quando são encontradas por um lobisomem pegador.

 

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