Sobre

O QUE É

O banco reúne sugestões de atividades, dirigidas a educadores de escolas de jornada ampliada e de organizações não governamentais, que desenvolvem trabalhos socioeducativos com crianças, adolescentes e jovens. Tem o objetivo de contribuir na oferta de oportunidades de aprendizagem para ampliar o seu repertório cultural, como garantia de direitos, proteção e inclusão social.

COMO DESENVOLVER

Organizadas em sete grupos temáticos, as oficinas são ajustáveis às condições de trabalho e de tempo dos interessados em utilizá-las. Há oficinas que podem ser feitas em uma ou mais sessões de cerca de 90 minutos cada. Todas seguem a mesma estrutura e indicam o público a que se destinam: crianças, adolescentes ou jovens, cabendo aos educadores adequá-las ao perfil de sua turma.

As oficinas também possibilitam um trabalho cooperativo entre educadores de uma instituição ou entre instituições parceiras que atendam ao mesmo público como escolas e ONGs. Ao utilizá-las é a intencionalidade de seu trabalho o principal critério de escolha do que fazer.

Passo a passo

1. ACOLHIMENTO DAS CRIANÇAS/JOVENS

Ao iniciar atividades que envolvem o trabalho colaborativo entre os participantes para alcançar os objetivos educacionais propostos nas oficinas, é importante que todos tenham um contato inicial, se integrem e conheçam o que será feito na oficina – o plano das ações. No início das oficinas você encontra sugestões para formar um grupo e criar um ambiente propício à aprendizagem.

2. O CONVITE À AÇÃO

Trabalhar com crianças/jovens implica lidar com o que eles já sabem sobre o conteúdo selecionado nas oficinas (habilidades, valores, atitudes). A partir desse conhecimento é que as interações com novos saberes serão favorecidas. Por isso, é importante criar estratégias para que você mesmo e as crianças/jovens expressem idéias, pareceres e, eventuais, expectativas de aprendizagens. Um desafio (uma pergunta ou a sua observação de um fato), por exemplo, pode ser uma tática.

3. A AMPLIAÇÃO DE CONHECIMENTOS

Superar conhecimentos que as criaças/jovens já têm sobre os conteúdos abordados nas oficinas é o grande objetivo do trabalho aqui proposto. Para ajudar, esse material oferece várias possibilidades (vivências, pesquisas, leituras, experiências práticas, jogos e brincadeiras). São propostas que favorecem o aprender fazendo e que procuram promover atos significativos de aprendizagem. Para tanto contemplas contextos próximos do mundo real e utilizam múltiplas linguagens (verbal, visual, sonora, corporal).

4. A SISTEMATIZAÇÃO

As aprendizagens são sistematizadas por meio da reflexão coletiva sobre o que foi feito na oficina. Para tanto será importante retomar o plano de trabalho anunciado na 1a etapa e percorrê-lo integrralmente com o grupo, registrando uma a uma as ações realizadas e os resultados obtidos. A experimentação em atividades de síntese fortalece a parceria das crianças e jovens com os educaroes, em novas conquistas.

5. A AVALIAÇÃO

Em toda oficina o momento da avaliação é o ponto culminante do percurso. Permite aos participantes perceberem o que aprenderam e verificarem o eventual atendimento de expectativas anunciadas. Além disso, facilita a continuidade do trabalho, respeitando os interesses das crianças e jovens, constituindo-se numa boa oportunidade para que você educador repense o seu próprio trabalho e faça modificações necessárias.