Jovens Urbanos: articulando tecnologias sociais para o desenvolvimento integral do jovem

A publicação apresenta o trabalho realizado pelo Grupo de Assessoria e Mobilização de Talentos (Gamt), a partir da implantação do Programa Jovens Urbanos em Caçapava (SP). Descrevem-se a metodologia adotada e os detalhes sobre as experiências acumuladas, tais como equívocos, acertos e adequações realizados ao longo do projeto, mesclando as opiniões de jovens, educadores e demais participantes.

Sintetizar conceitos e experiências da obra coletiva e cartográfica, organizar diferentes pontos de vista, compreensões e significados de todos os atores envolvidos na implementação e na execução do Jovens Urbanos no Gamt é o principal objetivo da publicação. Sua narrativa sistêmica e interativa permite a compreensão geral do processo ao longo do projeto, utilizando-se de falas e reproduções de trechos de materiais usados nas formações de jovens e educadores.

O primeiro capítulo “Delineando subjetividades, organizando sentidos: sistematizando experiências” abrange a descrição da metodologia adotada na elaboração da publicação, que resultou em um compêndio de narrativas e experiências sobre o projeto.

No segundo capítulo, “O PJU no Gamt: manifestação dos marcos conceituais”, destaca-se a importância dos manuais produzidos pela Fundação Itaú Cultural e pelo Cenpec – como o Manual de transferência de tecnologia e o Jovens Urbanos: marcos conceituais e metodológicos – para o planejamento e o desenvolvimento do trabalho. As concepções de explorar, experimentar, expressar e produzir nortearam as adequações ao projeto respeitando as características sociais e populacionais de cada localidade.

Em “Caminhos possíveis para a (trans)formação do jovem”, o capítulo seguinte, é traçado um perfil comparativo entre os jovens participantes da formação do Gamt e os integrantes do Programa Jovens Urbanos em 2013 e 2014.

O quarto capítulo, “PJU na perspectiva dos jovens”, trata do uso de análise semântica para a definição do que é o Programa Jovens Urbanos na concepção dos jovens e relata as impressões de alguns deles durante a fase de exploração e experimentação ao circularem pelo entorno urbano.

“Homologia de processos: formação educador, espelho da formação jovem” é o título do quinto capítulo, que descreve as experiências realizadas pelos educadores na implementação do projeto do Gamt, acompanhada da visão de cada um desses profissionais.

No sexto capítulo, “Somando olhares, conjugando esforços: o PJU em foco / Olhar avaliativo para o processo”, o estabelecimento de redes de apoio envolvendo diversos setores da sociedade é o tema em questão. A importância da participação de cada parceiro ou ator e a conscientização da responsabilidade de todos nesse processo são ressaltadas, assim como a necessidade de um constante monitoramento. Todos são corresponsáveis pelos resultados.

“Pontos de vista e formas de monitoramento e avaliação”, último capítulo da publicação, traz a opinião dos atores (jovens, educadores, serviço social, gestão, parceiros e rede) envolvidos no projeto do Gamt e descreve as formas de avaliação e monitoramento utilizadas por cada um.

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Tagsavaliação, caçapava, juventude, metodologias

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