Jovens urbanos: Marcos Conceituais e Metodológicos

Em três tópicos – “Juventudes”, “Estratégias metodológicas” e “Disseminação de tecnologia” –, a publicação apresenta um panorama sobre os conceitos e metodologias adotados pelo Programa Jovens Urbanos e faz um breve balanço sobre a sua implantação em São Paulo (SP), Pouso Alegre (MG), Serra (ES) e Rio de Janeiro (RJ).

Ao longo de 95 páginas, são relatadas as etapas conceituais e práticas do Programa Jovens Urbanos. No capítulo “Juventudes”, são abordadas questões como: as diversas visões da sociedade sobre os jovens; as desigualdades sociais e seus impactos –  por exemplo, a redução das oportunidades de desenvolvimento integral na medida em que são privados de acesso aos bens e serviços mais comuns (serviços e equipamentos públicos, cultura, informação, comunicação e tecnologia) –; circulação e apropriação da cidade; exposição à violência; e situações de vulnerabilidade.

O item “Juventudes” abrange cinco subtemas – “Juventudes e políticas públicas”, “Formas de organização e expressão das juventudes”, “Juventudes e desenvolvimento integral”, “Os jovens e o direito à cidade” e “Trabalho e juventudes” – e apresenta a visão do Programa Jovens Urbanos sobre diversas questões, como a valorização das pessoas em todas as suas dimensões socioculturais alinhada à perspectiva da educação integral.

Em “Estratégias metodológicas”, aspectos da metodologia e a concepção de aprendizagem defendidos pelo Programa são apresentados. “O Programa Jovens Urbanos apresenta uma proposta formativa que expande o espaço, o tempo e os atores envolvidos na formação com os jovens, permitindo a vivência de perspectivas concretas de pertencimento, incluindo o acesso e a integração às instituições de ensino e de proteção social, ao mundo do trabalho, às instâncias e instituições políticas e culturais, etc.”, diz o texto.

O último capítulo aborda a disseminação de tecnologia, tratando do compartilhamento de experiências e informações referentes ao projeto e sua metodologia, por meio de publicações como Jovens Urbanos: sistematização de uma metodologia, lançado em 2008, e o compêndio Manuais de transferência de tecnologia social do Programa Jovens Urbanos, publicado em 2013.

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Tagsavaliação, jovem, juventude, metodologias

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  •    Eduardo  em 
  •    Glauco Flores  em 
         Educação&Participação respondeu em