O papel da ONG hoje

As ações das organizações da sociedade civil (OSCs) têm de ser vistas hoje como complementares às políticas públicas – não no sentido de acessórias, mas como instrumento necessário no cumprimento dos direitos de crianças e adolescentes.

Nesse vídeo de 3’10”, segundo a especialista em educação e políticas públicas Maria de Salete Silva, houve um período de disputa entre as organizações e a escola – relembrando o início das ações para a erradicação do trabalho infantil. Numa situação como essa, embora as intenções de ambas as partes fossem boas, não havia como avançar, dada a falta de diálogo.

A especialista frisa que a mudança de atitude visando à integração tanto do executor da política pública como da OSC é benéfica: “a organização social tem um papel inestimável pela proximidade do sujeito, pelo acesso à família, que é fundamental”.

Segundo Maria de Salete, quanto mais integradas as ações, melhores serão os resultados: a organização que se dispõe a aprender e crescer facilita o trabalho da política pública, que, por sua vez, deve incorporar esse crescimento.

Assista ao vídeo.

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SILVA, Maria de Salete. As ONGs e a garantia de direitos de crianças e adolescentes: mudanças no papel das ONGs e nas políticas públicas: depoimento [18 ago. 2014]. São Paulo: Cenpec. Entrevista concedida ao Prêmio Itaú-Unicef. Disponível aqui. Acesso em: 30 ago. 2016.

SILVA, Maria de Salete. As ONGs e a garantia de direitos de crianças e adolescentes: contexto atual das crianças e adolescentes: direitos e políticas públicas: depoimento [18 ago. 2014]. São Paulo: Cenpec. Entrevista concedida ao Prêmio Itaú-Unicef. Disponível aqui. Acesso em: 30 ago. 2016.

 

Tagsadolescente, assistência, criança, direitos das crianças e adolescentes, jovem, OSC, políticas públicas, Prêmio Itaú-Unicef

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