Planos de ações para o atendimento de crianças e adolescentes

É imprescindível que os planos de ações para o atendimento de crianças e adolescentes na esfera da assistência social sejam concretizados e que haja disponibilidade para a ação e o enfrentamento de dificuldades, naturais em um processo de mudanças.

Nesse vídeo de 3’25”, Isa Guará, professora do mestrado profissional Adolescente em Conflito com a Lei, na Universidade Anhanguera de São Paulo (Unian), faz a defesa da necessidade de ação articulada em grupo para concretizar ações propostas nos planos. Fala também sobre a importância de ouvir a criança e o adolescente e tratá-los como agentes ativos na construção de seu próprio futuro.

Segundo a professora, para ser executado, um plano de ação exige disponibilidade dos envolvidos, além de força para superar dificuldades advindas de um momento de reestruturação. “É muito importante conseguir fazer isso em grupo, de forma articulada, para que a esperança não morra”, comenta.

Ela salienta que a equipe tem de estar aberta à diversidade de opiniões, além de colocar a criança, o adolescente e o jovem no centro desse processo: não como objetos, mas como alguém que fala e pode contribuir.

Assista ao vídeo.

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GUARÁ, Isa. As ONGs e a garantia de direitos de crianças e adolescentes: o que é proteção social: depoimento [2 jun. 2015]. São Paulo: Cenpec. Entrevista concedida ao Prêmio Itaú-Unicef. Disponível aqui. Acesso em: 31 ago. 2016.

SILVA, Maria de Salete. As ONGs e a garantia de direitos de crianças e adolescentes: contexto atual das crianças e adolescentes: direitos e políticas públicas: depoimento [18 ago. 2014]. São Paulo: Cenpec. Entrevista concedida ao Prêmio Itaú-Unicef. Disponível aqui. Acesso em: 31 ago. 2016.

Tagsadolescente, assistência social, criança, direito, direitos das crianças e adolescentes, educação integral, garantia de direito, jovem, políticas públicas, Prêmio Itaú-Unicef, proteção social

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