Políticas para o Ensino Médio e desigualdades escolares e sociais

“Mais do que qualquer outro nível da Educação Básica, o Ensino Médio e as políticas que definem suas finalidades e organização são objeto de intensas disputas. Nessa etapa, promove-se no Brasil, explicitamente, a articulação entre trajetória escolar e reprodução de grupos sociais. (…) Para alguns, a conclusão do Ensino Médio significa o término dos estudos e o ingresso no mundo do trabalho, com ou sem a formação adequada. Para outros, pode dar acesso às diferentes carreiras que exigem nível superior, cujos diplomas permitirão ocupar postos de trabalho com benefícios econômicos, sociais e simbólicos distintos. Quanto mais um estudante pertence a um grupo social que depende da escola para assegurar sua reprodução, mais o Ensino Médio se torna importante para definir o destino social desse aluno”, assim afirma o estudo ‘Políticas para o Ensino Médio e desigualdades escolares e sociais.

Realizada entre 2015 e 2016 e lançada dia 7 de agosto pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), com o apoio da Fundação Tide Setubal, a pesquisa analisa as 10 políticas para o ensino médio e desigualdades escolares e sociais políticas para esse segmento implementadas em quatro estados brasileiros – Ceará, Goiás, Pernambuco e São Paulo – e suas consequências para a ampliação ou redução das desigualdades escolares e sociais. “Esses estados foram escolhidos porque têm experimentado, de maneira mais sistemática, políticas públicas educacionais implementadas em diferentes unidades da Federação e apresentado evolução do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)”, diz o estudo.

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