Educação&Participação

Pesquisa sobre as condições para frequentar uma universidade.

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  • O que éO que é

    Pesquisa sobre as condições para frequentar uma universidade.

  • PúblicoPúblico

    Adolescentes e jovens.

  • MateriaisMateriais

    Computador com acesso à internet, revistas, jornais, folhas de sulfite, folhas de papel pardo, pincéis atômicos.

  • EspaçoEspaço

    Na sala de informática.

  • DuraçãoDuração

    Dois encontros de 1h30 (uma hora e trinta minutos) cada.

  • FinalidadeFinalidade

    Apropriar-se das condições para ingresso nas universidades públicas e particulares do país.

  • ExpectativaExpectativa

    Conhecer as exigências para frequentar as escolas de ensino superior, tanto públicas quanto privadas; conhecer as formas de financiamento e concessão de bolsas de estudo existentes para o estudo em faculdades privadas.

Na prática

Primeiro encontro: O vestibular e o acesso às universidades públicas: Enem e cotas.

Organize a sala com vários jornais e revistas que tragam imagens de profissionais de várias áreas de atuação: professor, médico, mecânico, aviador, dentista, analista de computação, cozinheiro, comerciante etc.

Pergunte, na roda do dia, se já pensaram em alguma profissão que gostariam de exercer quando adultos.  Se já, então deverão consultar o material trazido por você e identificar algo que lembre a referida profissão, para montar um painel na parede.

E se?

Se não encontrarem nada nas revistas e nos jornais, poderão representar a profissão, de alguma forma, nas folhas de sulfite.

Terminado o painel, peça que o observem bem, tentando fixar as diferentes profissões ali representadas. Então, novamente na roda, converse sobre o que sonham para si. Cada um deve falar sobre qual é o profissional no qual quer se tornar e o que os atraí nessa profissão.

Depois dessa rodada, pergunte se já pensaram o que é necessário fazer para se tornar um profissional dessa área. Que condições são exigidas: o curso de 2o grau concluído? Ou um curso superior? Frequentar uma faculdade, após o ensino médio, está em seus planos?

Deixe que se manifestem e escute os argumentos que apresentarem, a fim de melhor orientá-los. Provavelmente, alguns dirão que “sim,” que pretendem fazer o curso superior, outros argumentarão que é muito difícil concorrer a uma vaga de universidade pública, outros, que não têm como custear os estudos em faculdades particulares e outros, ainda, que é muito cansativo trabalhar e estudar ao mesmo tempo.

Considere todas essas ponderações, pois todas elas são verdadeiras. E será a partir delas que você proporá uma pesquisa para que se informem corretamente sobre as condições exigidas para o acesso à universidade, sem fantasias e sem mitos.

Em primeiro lugar, é preciso conhecer o que a cidade em que vivem e as cidades vizinhas oferecem em ensino superior e, a seguir, quais as condições para que tenham acesso a elas.

  O que a cidade ou as cidades vizinhas oferecem no ensino superior?

Peça que nomeiem as instituições que conhecem e relacione-as em um cartaz. Leia os nomes de todas. Certamente, aparecerão nomeadas como universidades, faculdades ou centros de estudo. Pergunte se sabem a diferença entre elas.  Se não, então, explique.

  • Universidades

As universidades são instituições que, obrigatoriamente, oferecem atividades de ensino, de pesquisa e de extensão (serviços ou atendimentos à comunidade) em várias áreas do saber. Elas têm autonomia e podem criar cursos sem a permissão do MEC.

As universidades públicas são gratuitas. Os gastos do estudante se referem à alimentação, materiais, livros e, eventualmente, estada, quando a universidade é longe de seu lugar de morada.

Podem ser federais, estaduais e municipais. São criadas somente por lei, com aprovação do Congresso Nacional (federais), das Assembleias Legislativas (estaduais) e Câmaras Municipais (municipais).

As universidades particulares são pagas com valores variáveis e podem surgir a partir de outras instituições, como centros universitários privados.

Os requisitos mínimos para a constituição de uma universidade são os seguintes:

Um terço do corpo docente, pelo menos, deve ter título de mestrado ou doutorado. Quanto maior a titulação dos professores, mais tempo de pesquisa e mais experiência têm para transmitirem aos estudantes.

Um terço do professorado deve ter contrato em regime de tempo integral – esses são os profissionais que costumam oferecer maior dedicação à instituição. Quando um docente é contratado para poucas aulas, normalmente, tem menos tempo para atender os universitários e para desenvolver projetos de pesquisa e extensão.

– Desenvolver, pelo menos, quatro programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) com boa qualidade – um deles deve ser de doutorado.

 

  • Centros universitários 

Os centros universitários, assim como as universidades, têm graduações em vários campos do saber e autonomia para criar cursos no ensino superior.

Em geral, são menores do que as universidades e têm menor exigência de programas de pós-graduação. No entanto, há algumas regras que precisam ser cumpridas:

– Ter, no mínimo, um terço do corpo docente com mestrado ou doutorado;

– Ter, pelo menos, um quinto dos professores contratados em regime de tempo integral (observe que o percentual é menor do que o exigido nas universidades);

 

  • Faculdades 

As faculdades são instituições de ensino superior que atuam em um número pequeno de áreas do saber. Muitas vezes, são especializadas e oferecem apenas cursos na área de saúde ou de economia e administração, por exemplo.

As faculdades, ao contrário das universidades e dos centros de estudo, não têm autonomia para criar um novo curso, precisando de autorização do Ministério da Educação.

Devem cumprir a seguinte exigência: o corpo docente tem de ter, no mínimo, pós-graduação latu sensu – normalmente menores do que os mestrados e doutorados.

Por que é importante saber as diferenças entre os três tipos de instituições? É importante para se obter a clareza do que se pode esperar delas. Por exemplo, se se quer ser um pesquisador, o melhor é procurar uma universidade; se se está preocupado apenas com o mercado de trabalho, o tipo de instituição já não interfere da mesma forma.

Além disso, é importante que o estudante fique atento, na hora de escolher a instituição de ensino superior, para verificar se a mesma cumpre com o que é exigido dela pelo MEC e pela legislação vigente.

E se?

Se na cidade ou cidades vizinhas não tiver o curso voltado para a formação do profissional desejado por alguns, oriente para que pesquisem nos sites de outras cidades do estado ou de outros estados que o oferecem, a fim de que possam ter noção do que isso significaria em termos de custos e de quanto precisariam investir num futuro próximo, para cursá-lo.

Vale lembrar que o Ensino Superior pode ser ministrado nas seguintes modalidades:

Presencial – quando exigida a presença do aluno em, pelo menos, 75% das aulas e em todas as avaliações;

Semipresencial – quando combina ensino presencial com parte de ensino e de outras atividades que podem ser realizadas a distância;

A distância – quando a relação professor-aluno não é presencial, e o processo de ensino ocorre utilizando os vários meios de comunicação: material impresso, televisão, internet, etc.

Para que se familiarizem com a questão do ensino superior e se aprofundem no assunto, proponha que realizem uma pesquisa sobre as instituições relacionadas no cartaz feito.

Organize a turma em duplas e distribua folhas de sulfite para que registrem as informações que colherem sobre as instituições pesquisadas (uma folha por instituição – ver anexo1).

Oriente que pesquisem a página e-MEC – Instituições de Educação Superior e Cursos Cadastrados,  para conhecer a situação funcional de cada instituição de ensino superior relacionada no cartaz e verifiquem se ela:

– está cadastrada;

– é cadastrada como universidade, centro de estudo ou faculdade;

– é pública ou privada;

– é confessional ou não;

– quais cursos oferece;

– qual o conceito atribuído a ela pelo MEC.

Após aproximadamente 50 minutos de pesquisa, abra a roda para socializarem as descobertas. Peça que falem sobre uma instituição de cada vez. Uma dupla fala e as outras duplas vão complementando as informações.

Anote as informações de cada instituição, num cartaz, e vá montando um painel.

Ao final, retome um por um para fixarem as informações. Deixe o painel dos cartazes exposto na sala.

Quais as condições para terem acesso às instituições de ensino superior?

 

ACESSO ÀS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

Conhecendo as instituições de ensino superior existentes na região, é preciso também saber o que é necessário para ter acesso a elas. Explique para eles algumas condições já consolidadas no país: o vestibular, o Enem, o Sisu e as cotas.

  • O vestibular, o Enem e o Sisu

>Enem

> Sisu

 


Por lei
, todas as instituições de ensino superior são obrigadas a realizar exames de seleção para os cursos de graduação. Para isso é exigida a conclusão do ensino médio, em instituição reconhecida pelo MEC – Ministério da Educação e Cultura.

É interessante os estudantes saberem que há muitos cursinhos pré-vestibulares gratuitos ou com preços simbólicos, oferecidos por grêmios de faculdades ou organizações da sociedade civil que podem ajudá-los a retomar e a sistematizar os conteúdos curriculares do ensino médio, para se prepararem para o vestibular na instituição escolhida.

Acessando o Guia do Estudante Abril, os estudantes poderão conhecer uma relação de cursinhos gratuitos de todos os estados da federação.

Atualmente, com o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio – MEC), nem todas as instituições públicas de ensino superior aplicam provas exclusivas, substituindo seus exames de seleção para ingresso, pelas provas do Enem.

O Enem vem ganhando mais proporções a cada ano. Ele foi criado com o intuito de avaliar o desempenho do estudante ao final do ensino médio e tem sido um mecanismo cada vez mais utilizado para seleção e ingresso no ensino superior.

Atualmente, o Enem serve como um parâmetro para o estudante ingressar nas universidades públicas (Sisu) ou privadas.  As universidades, às vezes, adotam o exame como fase única de seleção e, às vezes, combinada a outros processos seletivos próprios.

A oferta de vagas aos candidatos aprovados no Enem, pelas instituições públicas de ensino superior (federais ou estaduais) é realizada pelo Sistema de Seleção Unificado, informatizado pelo MEC , o SISU.

No sistema, o candidato pode escolher até duas opções de curso, nas quais é possível alterar durante o período de inscrições. A escolha do curso dependerá da nota de corte, ou seja, a aprovação vai depender do desempenho e classificação do candidato no Enem. O Sisu é realizado duas vezes por ano: uma no início do 1º semestre, outra no início do 2º.

  • As cotas 

Em agosto de 2012, o MEC adotou a política de cotas sociais e raciais no Sistema de Seleção Unificada (SISU), por meio da aprovação da Lei no 12.711, que ficou conhecida como Lei de Cotas.  Clique aqui para ter acesso às perguntas frequentes.

O objetivo da Lei é, por meio de uma ação afirmativa, dar mais um passo em relação à diminuição da significativa desigualdade social e racial existente em nosso país, de forma arraigada. Clique aqui para saber mais sobre ações afirmativas.

Com a Lei das Cotas, as instituições federais (universidades e institutos tecnológicos) têm de destinar – até 2016 –metade de suas vagas a alunos oriundos de escolas públicas, sendo 50% dessas vagas para estudantes com renda familiar mensal, por pessoa, igual ou menor a um salário mínimo e meio e a outra metade, para alunos de escolas públicas com renda familiar mensal, por pessoa, superior a um salário mínimo e meio. Em ambos os casos é necessário um percentual mínimo de reserva para negros pardos e indígenas, levando em consideração o último censo demográfico do Estado.

Em 2013, as universidades federais e institutos tecnológicos destinaram 12,5% das vagas para alunos de escolas públicas e, dentro deste universo, um percentual para estudantes autodeclarados negros, pardos ou indígenas. Em 2014, 25%. Em 2015, 37,5%. Em 2016, 50% das vagas serão para cotistas.

Segundo dados do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Gemaa) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), 40,3% das vagas em universidades federais brasileiras já são destinadas a candidatos cotistas, o que totaliza 77.374 postos. Em 2012, o número correspondia a 21,6%.

Para deixar mais claro como funciona o sistema de cotas, projete para eles os dois vídeos abaixo, do programa Bom para Todos, hospedado no site do you tube, que discute as cotas com um representante do Instituto Luiz Gama, associação civil que trabalha em defesa de causas populares, esclarecendo as dúvidas mais frequentes sobre o assunto. Após a projeção dos vídeos, forme uma roda para discutirem o que entenderam sobre as questões veiculadas e o que pensam sobre elas. Registre as principais informações.

Vídeo – Bom para Todos: Lei de Cotas – 2/3 (12min39s)

 

 

Vídeo – Bom para Todos: Lei de Cotas – 3/3 (9min17s)

 

Segundo encontro: Fies e ProUni.

 

ACESSO ÀS UNIVERSIDADES PRIVADAS

No primeiro encontro, foram trabalhadas as condições de acesso às instituições de ensino superior, públicas.

E se?

E se a instituição de ensino superior for privada? Há alguma possibilidade de estudantes com baixa renda terem acesso?

As instituições privadas de ensino superior, além do vestibular, cobram matrícula e mensalidades, variando os valores, de acordo com o que oferecem de equipamentos e qualidade de ensino.

No entanto, existem, atualmente, algumas formas de acesso a elas, oferecidas pelo governo federal, aos alunos com dificuldades de arcar com essas despesas, além dos materiais, livros, transporte e alimentação.

Este encontro será destinado para que  conheçam essas possibilidades de frequentar os cursos de instituições privadas, sem recorrer aos empréstimos privados, que cobram juros altos e estabelecem tempo reduzido para o pagamento.

  • Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e
  • Programa Universidade para Todos (ProUni).

Pergunte a eles se já ouviram falar dessas iniciativas do MEC e, se a resposta for afirmativa, peça que falem sobre as informações que têm e verifique se são corretas ou equivocadas.

Proponha, então, que façam uma pesquisa na web, para investigar melhor as condições e os critérios estabelecidos para se concorrer a esses programas: de financiamento (Fies) e de bolsas de estudo (ProUni).

Organize a turma em duplas e Indique os sites abaixo para consulta, buscando as informações solicitadas no quadro que segue.

Fies

Condições de financiamento

Simulação

Bolsas e financiamento para a Educação a Distância

 

ProUni

Portal do Prouni

Bolsas e financiamento para a Educação a Distância

 

 

Data de criação:

Fies:         ………………………………..

ProUni:   ………………………………..

 

Público a que é destinado:

Fies: ……………………………………………………………………………………………………….

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ProUni:

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Condições que o candidato tem de preencher:

Fies:

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ProUni:

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Após aproximadamente 45 minutos de pesquisa, abra a roda para socializarem as informações registradas no quadro e discutirem as dúvidas. Anote as principais conclusões em um cartaz e afixe-os  ao lado dos produzidos no primeiro encontro. Sugira que arquivem tais informações e os endereços dos sites consultados.

Hora de avaliar

Terminada a atividade, em roda, peça que, em duplas, cochichem rapidamente sobre o que aprenderam com essa oficina e em que pensam que ela possa contribuir para seus projetos futuros.  A universidade, afinal, está a seu alcance? Ou não? O que sentem?

Abra para a socialização .

 

O que mais poderá ser feito?

Os estudantes podem fazer um convite para a coordenação do órgão regional da secretaria da educação do município, estado ou federação e para algum grêmio estudantil de universidade a fim de realizar um debate com eles, na instituição, aberto à comunidade, com o intuito de aprofundarem o assunto e tomarem conhecimento das últimas orientações do MEC, a respeito do acesso às universidades.

 

Fontes de Referência:

MEC- Apresentação do Enem

Inep – Apresentação do Enem

Fies – Condições de Financiamento

Prouni

Bolsas e financiamento para a Educação a Distância

Para ampliar

 

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), criado em 1999, é um programa de financiamento do Ministério da Educação (MEC), para estudantes regularmente matriculados em cursos superiores presenciais não gratuitos e com avaliação positiva, nos processos do MEC.

Trata-se de um empréstimo com baixos juros que o estudante pagará, aos poucos, enquanto estuda, e, durante 18 meses após terminar o curso, enquanto busca emprego. O saldo devedor é parcelado em até três vezes o período financiado da duração regular do curso. Ex.: um estudante que financiou os quatro anos do seu curso, pagará o saldo devedor em até 12 anos (três  vezes  quatro anos de financiamento do curso).

O Fies só financia para cursos superiores na modalidade presencial.

O Programa Universidade para Todos (ProUni), também um programa do MEC, foi criado em 2005, e trata da concessão de bolsas de estudo integrais (custeiam 100% da mensalidade) e parciais (custeiam 50%), em instituições privadas de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica (formação técnica de nível superior em num período médio de dois anos), a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior.

Para concorrer às bolsas integrais, o candidato deve ter renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa. Para as bolsas parciais de 50%, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. Além disso, deve preencher uma das seguintes condições:

  • ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública;
  • ter cursado o ensino médio completo em escola da rede privada, na condição de bolsista integral da própria escola;
  • ter cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em escola da rede privada, na condição de bolsista integral da própria escola privada;
  • ser pessoa com deficiência.

Há dois processos do ProUni: o regular e o de vagas remanescentes.  Para concorrer, no processo regular, o estudante tem de ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, na edição do ano imediatamente anterior e ter obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas das provas do Exame e nota acima de zero na redação. Já no caso de bolsas remanescentes, pode se inscrever o candidato que:

  • tenha participado do Enem, a partir da edição de 2010, e que tenha obtido, em uma mesma edição do referido exame, média das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos e nota superior a zero na redação;
  • seja professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrando o quadro de pessoal permanente da instituição pública, para os cursos com grau de licenciatura destinados à formação do magistério da educação básica. Nesse caso, não há requisitos quanto a renda.

Em ambos os processos (regular e remanescente), as inscrições são gratuitas e efetuadas exclusivamente pela internet, por meio da página do ProUni. São duas edições por ano, no primeiro e no segundo semestre. O ProUni tem bolsas de estudos em cursos presenciais e a distância.

Gostou?

Veja também a oficina “Quanto custam meus sonhos”, deste banco.

Participe

Eu fiz assim…

Nesse espaço você pode postar suas impressões sobre o desenvolvimento das oficinas, dizendo-nos o que deu certo, o que precisou ser modificado, o que deu errado. Com isso, você nos ajuda a aperfeiçoar o banco, além de contribuir com sugestões para outros possíveis usuários.

Você pode participar de diferentes formas:

Envie um relato sobre a experiência em realizar esta oficina.
Escreva um texto relatando como foi o resultado, incluindo, se possível, imagens e vídeos, e mande para o e-mail  oficina@educacaoeparticipacao.org.br. Nossa equipe vai analisar e seu relato pode ser publicado neste site.

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