Educação&Participação

Vivência e pequisa sobre a importância das vacinas na prevenção de doenças infecto - contagiosas.

Início

  • O que éO que é

    Vivência e pequisa sobre a importância das vacinas na prevenção de doenças infecto - contagiosas.

  • PúblicoPúblico

    Crianças e adolescentes.

  • MateriaisMateriais

    Flip-chart, canetas hidrográficas, cartões de vacinação da turma, reprodução dos calendários de vacinação divulgados pelo Ministério da Saúde, papel cartão para confecção de fôlderes, data show, computador com acesso à internet, tela para apresentação de vídeos.

  • EspaçoEspaço

    Sala ampla e espaço ao ar livre.

  • DuraçãoDuração

    Duas sessões de 90 minutos.

  • FinalidadeFinalidade

    Visa a organizar uma campanha de atualização das carteira de vacina entre a população do entorno das instituições / escolas.

Na prática

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Como desenvolver?

Sessão 1

Inicie o trabalho propondo a seguinte brincadeira: distribua para as crianças pequenos papéis com diferentes marcas ou desenhos e peça que também tenham em mãos uma caneta.

Explique que elas deverão andar pela sala e que ao seu sinal devem formar duplas e conversar por alguns segundos uma com a outra. Além da curta conversa, as crianças deverão anotar no papel o nome do colega com quem conversaram.

Em seguida você propõe uma nova rodada, ou seja, que novamente andem e procurem por um outro colega com quem irão conversar. Elas também não poderão esquecer de anotar o nome desse outro colega. Essa dinâmica poderá ser repetida por uma três vezes..

Uma das crianças, sem que saiba, estará carregando um papel com uma marca que previamente deverá ser escolhida por você como portadora da doença. Ao final da brincadeira identifique esse aluno e peça que mantenha a mão erguida. Pergunte quem conversou com ele na primeira rodada. Apenas um colega deverá levantar a mão e permanecer com ela levantada. Pergunte, em seguida, quem conversou com algum dos dois na 2ª rodada; mais duas mãos serão levantadas. Volte a repetir a mesma comanda descrita anteriormente por mais algumas vezes, a cada vez você obterá mais mãos levantadas.

Ao final de um tempo, na hora de refletir com o grupo sobre o significado da brincadeira, você poderá dizer que aquela marca era o indicativo de uma doença transmissível e conduzir uma conversa,  na qual fique demonstrada  a propagação de  uma doença e como doenças diferentes, dependendo da forma de contágio, se propagam de forma mais ou menos rápida. Basta sugerir ao grupo que observe o número de mãos levantadas, representando o rápido contágio da doença.

Depois da brincadeira, convide o grupo a formar um círculo e inicie uma roda de conversa. Você pode lhes dizer que uma das maneiras de evitar pegar certas doenças é a vacina, e com base nisso, você pergunta: —Vocês já tomaram alguma vacina? Sabem quais? Têm cartão de vacinas? A partir das respostas da turma convide-os a formar uma lista das vacinas recebidas e com que finalidade.

Para concluir esta sessão, peça que os meninos e meninas procurem saber com pais ou responsáveis se têm cartão de vacinas e quais vacinas, de fato, foram tomadas. Quem tiver o cartão de vacinas deve trazê-lo na sessão seguinte.

E se?

Pode acontecer que alguma criança ou adolescente do grupo não tenha cartão de vacina. Razões familiares podem condicionar decisões relativas à prevenção de doenças transmissíveis.Neste caso, um esclarecimento sobre a importância das vacinas pode ser importante e, eventualmente, uma conversa com os responsáveis poderá ser necessária. Pode acontecer também que pessoas do grupo não conheçam as finalidades das vacinas e as doenças que podem ser evitadas com seu uso. Neste caso vale a pena convidar a turma a fazer uma pesquisa sobre o assunto.

Sessão 2

Retome o trabalho da sessão anterior perguntando ao grupo sobre as vacinas que cada um já tomou. Conhecidas as vacinas, organize com a turma uma campanha de atualização de vacinas no bairro onde se situa a instituição/escola.
Para tanto, apresente ao grupo os calendários de vacinas para crianças, jovens e adultos organizados pelo Ministério de Saúde, e que podem ser acessados através do seu site.
A seguir converse com a turma e peça que observem os cartões de vacina (quem tiver trazido). Com este documento em mãos (a carteira de vacina), convide o grupo a comparar as vacinas já tomadas com as previstas nos calendários oficiais. Peça-lhes que digam se todas as vacinas foram tomadas ou não, se os datas de vacinação estão compatíveis com os prazos determinados pelos órgãos oficiais, e ainda outras observações que queiram fazer.

E se?

Se você notar que outras crianças de sua instituição não têm vacinas ou não tomaram certas vacinas, e se achar pertinente, este mesmo movimento de conhecer o cartão poderá ser repetido com outros grupos, de modo que todos possam conferir sua situação em relação à prevenção de doenças.

Hora de avaliar
A avaliação poderá ser feita por meio da construção de gráficos que ajudem o grupo a controlar a atualização da carteira de vacinas dentre os alunos do grupo e os demais da instituição/escola.

O resultado desta mobilização deverá ser colocado num folheto de estimulo à atualização de vacinas por parte da população do entorno do bairro da instituição / escola. Esse folheto, a ser distribuído pelo grupo à população deverá conter o endereço do Posto de Saúde da região, acompanhado dos horários de funcionamento e dos nomes de responsáveis pela vacinação.

E se algum Grupo não souber como elaborar um folheto é importante conversar com a turma sobre o assunto e mostrar alguns exemplares.

 

Para ampliar

O que mais pode ser feito?

Além desta oficina, o grupo poderá ser convidado a pesquisar sobre a história das vacinas ou sobre  doenças que foram erradicadas com seu uso, tais como a poliomielite ou a varíola; ou ainda sobre doenças que persistem apesar da aplicação das vacinas, tais como sarampo, caxumba, rubéola etc.

Outra discussão que pode ser feita é sobre a seguinte questão: quando não há vacinas para prevenir as doenças, o que pode ser feito?

Combine com o grupo um estudo sobre a dengue, por exemplo. Este estudo deverá revelar ao grupo que a ausência da vacina requer da população cuidados para que não haja propagação de seu agente transmissor.

A mesma conclusão poderá ser facilitada no caso de pesquisas relativas a doenças tais como AIDS,  leptospirose, malária e outras para as quais a medicina ainda não conseguiu desenvolver vacinas.

As investigações feitas deverão ser amplamente divulgadas tanto entre o grupo quanto na instituição/ escola.

Para tanto, organize seminários, coloque notícias no jornal mural, etc.

Gostou?

Consulte também a oficina  “As rádios que ouvimos” e organize com o grupo um programa de rádio contemplando o que foi aprendido com esta oficina sobre doenças.

Para saber mais

Consulte os vídeos informativos:

 “Sobre a febre amarela”, do Dr. Dráuzio Varela


 “Preocupação sim, pânico não”
, sobre a gripe suína, do Dr. David Uip

Caso queira informa-se também consulte, por exemplo: A cartilha das vacinas
http://www.opas.org.br/sistema/arquivos/cart_vac.pdf

O portal do Ministério da Saúde:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1448

Ou o vídeo: A importância da aplicação das vacinas:
http://www.mixsp.com.br/programas/?p=180

 

Obs: Os links informados na oficina foram visitados em 21 de setembro de 2015, às  17h.

Participe

Eu fiz assim…

 

Nesse espaço você pode postar suas impressões sobre o desenvolvimento das oficinas, dizendo-nos o que deu certo, o que precisou ser modificado, o que deu errado. Com isso, você nos ajuda a aperfeiçoar o banco, além de contribuir com sugestões para outros possíveis usuários.

 

Você pode participar de diferentes formas:

Envie um relato sobre a experiência em realizar esta oficina.
Escreva um texto relatando como foi o resultado, incluindo, se possível, imagens e vídeos, e mande para o e-mail  oficina@educacaoeparticipacao.org.br.

Nossa equipe vai analisar e seu relato pode ser publicado neste site.

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