ONGs Participantes do Prêmio Itaú-Unicef

Mobilização no território a partir do segundo desafio do Prêmio Itaú-Unicef Em Rede.

Início

  • O que éO que é

    Oficinas para inspirar no planejamento das ações de mobilização no território.

  • PúblicoPúblico

    Participantes do Prêmio Itaú-Unicef Em Rede.

  • MateriaisMateriais

    De acordo com o encontro.

  • EspaçoEspaço

    Espaços coletivos que serão utilizados para a realização das ações de mobilização.

  • DuraçãoDuração

    De acordo com o planejamento de cada encontro.

  • FinalidadeFinalidade

    Articular instâncias para mobilizar atores locais a favor da educação integral no território.

  • ExpectativaExpectativa

    Mobilizar os diferentes atores do território.

Na prática

Esta atividade, integrante do segundo desafio do Prêmio Itaú-Unicef Em Rede, tem como objetivo auxiliar no planejamento e na realização das ações de mobilização local.

Você pode se inspirar nas propostas de oficinas indicadas abaixo e/ou complementar sua atividade de mobilização com alguma das práticas indicadas.

Após realizar o encontro, volte a esta oficina e clique em “envie seu relato” para encaminhar o registro (vídeo/áudio/fotografia), a sistematização, a coleta de depoimentos dos participantes e a lista de presença da ação.

O envio do relato pode levar alguns minutos até que se complete o upload. Aguarde até o sistema concluir a operação.


Falando de nossos territórios
Esta oficina visa promover um intercâmbio entre participantes de diferentes lugares da cidade para trocar informações sobre seus territórios. A proposta é apreender as características próprias de cada lugar, identificando seus pontos fortes e suas fragilidades, bem como as semelhanças e as diferenças com outros espaços da cidade. Ao final, os grupos devem fazer a apresentação do material recolhido e das observações feitas e uma discussão sobre o que observaram  em cada território.
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Memórias do nosso lugar
Construir um memorial do território é a proposta desta oficina. A ideia é pesquisar materiais sobre o bairro e recuperar as memórias dos moradores mais antigos para conhecer a história local, reconhecendo-as como referências e fortalecendo os vínculos com a comunidade e suas origens. Para tanto, os participantes deverão entrevistar moradores da região e fazer registros em fotos, vídeos e/ou áudios, assim como recolher documentos sobre a área. Ao final, os participantes devem fazer uma exposição sobre o território pesquisado.
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O que é que a cidade tem
A proposta é investigar quais são os serviços de educação, saúde, esporte e cultura são oferecidos pela administração municipal para a população do bairro. O objetivo é mapear os locais disponíveis, conhecer os investimentos feitos pelo poder público na região, saber onde e como encontrar informações sobre os serviços da região e engajar-se em movimentos para a conquista de novos serviços. Para isso, o grupo deverá fazer pesquisas locais e em documentos e montar um painel de apresentação.
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Quintais da cultura
O objetivo desta oficina é desenvolver um projeto de eventos culturais no território. Para isso, as principais propostas são identificar com o grupo quais atividades as pessoas gostam de fazer; que eventos de música, teatro e cinema, por exemplo, existem no bairro e quais não existem; quem são os talentos locais e que espaços disponíveis no território podem ser utilizados para ações culturais.  A ideia é valorizar e fortalecer vínculos comunitários e trabalhar, de forma coletiva, a produção e a gestão cultural local.
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02/12/2018

Relato enviado


 

Mobilização Local Belo Horizonte / MG.

 

Conectando Redes

 

A Mobilização em Belo Horizonte, com o título Conectando Redes teve como objetivo capacitar profissionais de organizações da sociedade civil e escolas que atuam na garantia de direito a Educação Integral de qualidade para crianças, adolescentes e jovens, visando o pensar sobre metodologias de articulação entre os três setores voltadas ao desenvolvimento integral e local das comunidades e do território. A Ação foi realizada no dia 28 de setembro de 2018, no Centro de Referencia da Juventude, na cidade de Belo Horizonte, com participação de 75 pessoas, totalizando 34% do público estimado.

A Ação contou com a realização do Centro Estudantil João Calvino da Ação Social Filadélfia e co-realização do Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais – CEMAIS e as parcerias da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, da Integrar Soluções Educacionais e da Rede SESC.

A Mobilização foi divida em duas ações, manhã e tarde. Durante a manhã realizamos uma oficina de cartografia e a tarde realizou um bate papo e uma palestra sobre Mobilização Social com a Nísia Werneck.

Os participantes foram recebidos com um “cafezin” bem mineiro e, em seguida foram direcionados para o auditório para dar inicio aos trabalhos. Wesley Camilo deu uma palavra de boas vindas e apresentou o PIU em Rede através do primeiro vídeo idealizado pelo Prêmio Itau Unicef.

Na atividade tivemos a participação de representantes do poder público (CRAS e Diretoria Geral de Educação Oeste da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte), de organizações da sociedade civil dos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima e Contagem.

Foram divididos três grupos (1. Gestão, 2. Monitores/Educadores e 3. Profissionais técnicos). Cada grupo teve a tarefa de identificar o que conhecem em seu território e com que se articulam. Cada grupo dialogou sobre o seu território e percebeu-se que se algumas delas articulam com as mesmas organizações e atores. Sendo assim, afirmamos que essas conexões garantem os direitos das crianças e adolescentes dos seus territórios e no Estado.

Durante a avaliação do período da manhã, foi relevante a fala sobre a pouca adesão das outras organizações na Ação de Mobilização. Cremos que essa ausência é uma forma de analisar o cenário atual em Belo Horizonte. Percebeu que as organizações estão cada vez mais se distanciando umas das outras, achando que dão conta de resolver as suas demandas sozinhas.

Houve o intervalo para almoço.

No período da tarde, iniciamos as atividades a boas vindas com os representantes das organizações realizadoras da Ação, a diretora Cátia Silene pelo C.E.J.C e pelo CEMAIS, os técnicos, Valda Maciel e Bruno Vieira. Em seguida foi apresentada uma peça teatral das crianças e adolescentes do Projeto Humanos: Em busca da humanidade, do Centro Estudantil João Calvino. O esquete foi a adaptação do livro João Cidadão, escrito pelo procurador geral do município de Belo Horizonte, Dr. Tomaz de Aquino.

Houve um bate papo “Conectando Redes”, com a participação de representantes das seguintes organizações. 1. Centro de Referência da Assistência Social do bairro Novo Aarão Reis – CRAS Novo Aarão Reis, a Coordenadora Geral, Daniela Rezende. 2. Instituto Herdar, a Gestora Poliana Rodrigues; 3. Rede SESC, a Coordenador Técnico Social, Andréia Duarte; 4. Fórum das Juventudes da Grande BH, a integrante, Alga Marina Silva. Cada organização apresentou a sua rede em quinze minutos. O bate papo teve a mediação de Mariana Cetra, representante do Prêmio Itaú-UNICEF e do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária - CENPEC.

Destaco aqui fala de duas organizações, são elas: Daniela Rezende, que apresentou como foi o processo da construção e os desafios apresentados pela rede que se denomina, “Comissão Local”. Destaco também a apresentação da Alga, que mostrou a mobilização e a junção de diversas organizações e movimentos de garantia dos direitos das juventudes de Belo Horizonte.

Após o bate papo, tivemos mais uma apresentação cultural do Projeto Humano, que mostrou por meio do teatro a importância de se estabelecer uma rede sólida para garantir de fato os direitos das crianças e adolescentes.

Em seguida, iniciou a palestra Mobilização Social com Nísia Werneck e com a mediação de Rafaela Lima (professora da Universidade Federal de Minas Gerais). Nísia iniciou a sua fala agradecendo por fazer parte daquele momento, que ela julga muito importante para as organizações de Belo Horizonte e região metropolitana e leu o poema “Tecendo a Manhã”, de João Cabral de Mello Neto. Werneck trouxe o a fundamentação do conceito de Mobilização Social, destacando que ele não é um evento, uma campanha ou uma manifestação. Mobilizar é convocar vontades para atuar na busca de um proposito comum. Nísia explanou sobre o Processo de Mobilização, o Imaginário, o Produtor Social, Campo de Atuação e das Áreas de Transmissão, de Atuação e de Participação.

Durante toda a sua fala, Nísia desafiava-nos dialogar e a sair das quatro paredes das organizações deixando de lado toda a vaidade para assim, de fato, começar uma mobilização social que irá garantir os direitos de todos os moradores do território. Ao final, Rafaela Lima afirmou a importância da comunicação em uma rede, destacando a transparência das ações realizadas pelas organizações.

Após a palestra, foi aberto momento para perguntas dos presentes para a Nísia.

Saiu como encaminhamento dessa ação:

  1. Identificar se há necessidade de se estabelecer mais uma rede em Belo Horizonte e região metropolitana;
  2. Fortalecer ainda mais o grupo de WhatsApp da Rede em Minas;
  3. Fortalecer mais a comunicação das ações da rede;
  4. Marcar um encontro para execução do encaminhamento 1.

Nísia e Rafaela se dispuseram a orientar a construção desta futura rede.

Em seguida, Wesley Camilo encerrou o dia de atividades agradecendo todos os presentes pela participação, convidando-os para um Coffe breack.

    P.S: TODOS OS ANEXOS SERÃO ENVIADOS PARA O EMAIL DO PRÊMIO ITAÚ UNICEF E PARA O DA MARIANA CETRA.

wesleycamilo70@gmail.com

Participe

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