Educação&Participação

As histórias em quadrinhos e atividades para crianças e adolescentes.

Início

  • O que éO que é

    Vídeoaula sobre histórias em quadrinhos na sala de aula.

  • PúblicoPúblico

    Professores e educadores sociais.

  • MateriaisMateriais

    Computador, data show.

  • EspaçoEspaço

    Espaço em que se possa projetar o vídeo para o coletivo de profissionais.

  • DuraçãoDuração

    Um encontro de 1h30min.

  • FinalidadeFinalidade

    Conhecer a origem e a evolução das HQs, sua contribuição para a sala de aula e dicas de como trabalhar com elas, em oficinas pedagógicas com crianças e com adolescentes.

  • ExpectativaExpectativa

    Aprender a usar a linguagem de HQs como forma de expressão no trabalho com crianças e com adolescentes, ampliando seu repertório cultural.

Na prática

Como desenvolver?

O vídeo “HQs na sala de aula”é composto por 5 blocos, de curta duração, a saber:

Bloco 1. Apresentação do cartunista (8min28s)

Bloco 2. História das histórias em quadrinhos (4min27s)

Bloco 3. Convenções das linguagens (9min56s)

Bloco 4. Criação do personagem (5min25s)

Bloco 5. Dicas de sala de aula (9min20s)

Existem várias possibilidades de se trabalhar com o vídeo. O coordenador pedagógico da instituição pode, por exemplo, projetar os cinco blocos, um a um, fazendo pequenos intervalos entre eles, para que o grupo de professores/educadores possa comentar e registrar o que consideraram de mais significativo em cada um deles, subsidiando-se para a discussão final, no coletivo.

E se?

Se a instituição não contar com coordenador pedagógico, o próprio grupo pode organizar a pauta, coletivamente, e indicar um dos participantes para fazer a coordenação do encontro.

Da mesma forma, pode-se dividir os profissionais em grupos e propor que cada grupo assista a um ou dois blocos para socializarem os assuntos, posteriormente, entre si. O importante é que discutam os conteúdos tratados, de forma que saiam do encontro com mais clareza e segurança de como trabalhar essa linguagem com suas turmas de crianças e de adolescentes.

Sugere-se que o grupo indique uma comissão para realizar os registros das discussões e das propostas de trabalho criadas a partir dos vídeos, para serem reproduzidos ou arquivados em computador e disponibilizados para todos.

Os blocos do vídeo e seus conteúdos

 O bloco 1 diz respeito à trajetória do cartunista Rodrigo, suas descobertas e reflexões, como educador social e professor, na interação com as HQs e com as crianças e adolescentes. Certamente, muitos educadores  se identificarão  com situações trazidas pelo autor.

 Em História das histórias em quadrinhos, Rodrigo aborda o nascimento dessa linguagem artística, sua relação com a linguagem verbal e a evolução ocorrida através dos tempos. Confira.

 No bloco 3, o autor apresenta várias convenções técnicas utilizadas pelos quadrinistas, fazendo observações a respeito de cada uma delas e ensinando como o educador pode fazer o melhor uso delas no trabalho com as crianças e os adolescentes.

 No bloco 4, o cartunista fala da importância do personagem para as HQs e do processo de sua criação,  orientando o professor/educador social em como proceder para que as crianças e os adolescentes se sintam motivados a criar o seu.

 Dicas de sala de aula é o bloco que se destina a orientar o professor/educador a fazer uso das HQs na situação da sala de aula, com estratégias lúdicas, adequadas e respeitosas.

 

Hora de avaliar

Após a projeção do vídeo, os professores/educadores sociais, em grupos, devem avaliar as possibilidades de uso das HQs na sala de aula, retomando os aspectos centrais apresentados em cada bloco, como:

  Por que trabalhar com HQs na sala de aula?

  Que papel tem o personagem na produção de quadrinhos?

 Que convenções técnicas se usam para identificar diferentes planos (alto, baixo, médio); proximidade (perto/longe); tamanho( grande/pequeno; alto/baixo); sentimentos diversos (alegria, ternura, tristeza, raiva)?

  Que cuidados o professor/educador deve ter em relação às crianças, adolescentes, jovens e às suas produções?

Para ampliar

O que mais pode ser feito?

Pode-se organizar uma oficina de HQ com profissionais de outras instituições próximas, em encontro de formação ou com a comunidade.  Neste caso, pode-se contar com a participação da turma, orientada pelos professores/educadores.

A aproximação com a linguagem específica das HQs deverá ser bem-cuidada, com a disponibilização de muitas revistas e livros, com diferentes personagens, de diferentes épocas e lugares. A participação de algum profissional da área será muito oportuna e produtiva, valendo batalhar pela sua presença.

Para saber mais

Fernando Gonzalez (Niquel Nausea) 

Laerte (Piratas do Tietê)

Gabriel Moom e Fabio Bá

Gustavo Duarte 

Gostou?

Consulte a oficina “Criação de um personagem, deste banco.

 

Obs: Os links informados na oficina foram visitados em 17 de julho de 2015, às 11h.

Participe

Eu fiz assim…

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Você pode participar deixando um comentário abaixo ou enviando um relato sobre a experiência em realizar esta oficina para o e-mail oficina@educacaoeparticipacao.org.br.

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Total de 4 comentário(s)

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  •    Isabel  em 
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  •    Quitéria Souza  em 
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